Lockdown: uma experiência agridoce - o começo da jornada de transformação emocional
- José Angelo Fiorot Junior Terapeuta On-line
- 29 de set. de 2024
- 2 min de leitura
Atualizado: 4 de out. de 2024

Outra história interessante. Bem, pelo menos para mim!
Terminando o mestrado, estava exausto! Foi uma fase muito difícil, e a minha sorte foi ter tido uma excelente orientadora naquela época. Ela incentivava e acreditava em mim quando eu mesmo já tinha desistido! Terminei o mestrado em fevereiro de 2020. Vinte dias depois, começa o isolamento compulsório provocado pela pandemia.
Trabalhando em quatro escolas, quase fiquei doido. Cada uma inventava mil regras, que mudavam todo dia, praticamente. Entre março e junho, eu senti muita, mas muuuuita raiva, fiquei azedo, um humor insuportável!
Refletindo em meio a esse caos todo, certo dia, pensei: daqui a uns anos, a pandemia terá passado, e o que você vai dizer para quem te perguntar "O que você fez naquela época"? A resposta seria "Reclamei!". Preocupado com isso, decidi investir meu tempo em publicações e tirar a dissertação do mestrado do papel. Ela se transformou em dois livros e um artigo, publicado na Revista Doxa, da Unesp.
Além dessas publicações, criei a marca "Neurônio Criativo", que se transformou numa consultoria para ajudar os professores a inovar em suas aulas on-line. Temos (minha irmã e eu) a marca até hoje, e um Instagram recheado de dicas e atividades para ajudar os professores. Segue a gente lá, no @neuronio_criativo!
Agora, se alguém me perguntar o que fiz durante a pandemia, poderei dizer "criei uma empresa", "ensinei professores a se tornarem inovadores", "motivei diretamente e indiretamente alunos" (e também "azedei", porque é assim que tudo começou...). Fiz uma transformação emocional!
Pois bem, no próximo post, vou continuar contando o que aconteceu no doutorado, que me "jogou" no colo da superdotação!
Com carinho,
José Angelo Fiorot Junior
Doutor em Psicologia



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